Gerente do SESI carrega a tocha do Pan em Brasília 12 jun 2007
Mais Notícias Lazer  Tudo Sobre Lazer
 
Miguel Angelo  
Gerente do SESI, Rui Campos, conduziu a tocha
Brasília - A tocha dos jogos Pan-americanos de 2007, que serão realizados no Rio de Janeiro em julho, chegou no dia 12 de junho a Brasília. Até o fim do dia passou por diversos pontos da cidade. Ela foi levada por 90 atletas e personalidades ligadas ao esporte que percorreram 32 quilômetros. A escolha dos participantes foi feita pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Governo Federal, Governo do Distrito Federal e Sansung.

O gerente de esportes do Serviço Social da Indústria (SESI) Rui Campos (foto) foi um dos que conduziu a tocha. Medalha de ouro no Pan-americano de Caracas em 1983 pela seleção brasileira de vôlei, ele afirmou que a estratégia de divulgação dos jogos servirá para chamar a atenção para o evento. “Isso estimulará a pratica esportiva e certamente fará com que as pessoas se interessem mais pelo esporte e se reúnam para partidas de vôlei, tênis, futebol”, afirmou.

Campos lembrou que o SESI é uma das instituições que promovem a inclusão social por meio do esporte. Segundo ele a intenção é formar atletas a partir de 2008, reforçando os projetos de esporte. “Para que alguns atletas possam levar o nome da instituição por todo país e futuramente seja um grande nome do esporte não necessariamente vencendo competições, mas participando também de projetos e coordenação na área”, concluiu.

Entre os destaques estiveram a jogadora de vôlei Sandra Pires e o nadador Gustavo Borges, além de atletas como a tenista Cláudia Chabalgoity, que conquistou quatro medalhas no Pan-Americano de Cuba em 1991. Depois que deixou as quadras de tênis, Cláudia passou a se dedicar ao projeto Inserir Tênis de Cadeira de Rodas que até o ano passado era apoiado pelo SESI. “Para cada cadeirante que apoiamos ajudamos outras quatro pessoas da família. Essas pessoas, que antes não deixavam o cadeirante sair de casa, acabam entendendo que o esporte é uma oportunidade de inserção”, afirma.

A tenista acredita que os jogos servirão para estimular a pratica esportiva. “Não dormi a noite de tanta ansiedade para carregar a tocha”, disse. Para ela os jogos ajudarão a reduzir a violência no Rio de Janeiro.  “Precisamos de uma política séria para o esporte. O problema social do Brasil será resolvido com o esporte porque ele afasta das drogas e muda a vida das pessoas”, acrescentou.

Entidade Responsável: Serviço Social da Indústria - Nacional
 Volta 
Enviar Imprimir